• Protagonismo: a importância de liderar sua própria história

    23 de Julho de 2019 • Categoria: Gestão Mudança Resultados

    O que significa protagonismo, para você? Para mim, mais do que ser o personagem central da história, protagonismo significa assumir a responsabilidade sobre nossas escolhas e decisões. 


    Protagonizar é avocar para si cada decisão e não culpar os pais, a sociedade, os chefes, os colegas ou qualquer um por aquilo que lhe acontece.

     

    Conheço pessoas com histórias difíceis, traumas e muito sofrimento para contar - e percebo claramente a diferença entre aquelas que responsabilizam os outros por suas vidas e aquelas que assumem o controle. 


    E esse é o tema de hoje. Acompanhe!

     

    Protagonizar a própria história: uma atitude de poder! (Imagem: Pexels)

    Protagonismo: quando deixamos de assumir o controle?

    Ao dizer que “nasci pobre”, “não tive oportunidade de estudar”, “meus pais são separados”, “meu pai me abandonou”, “meu chefe não me dá oportunidade”, “meu cônjuge não me respeita”, “sou infeliz no meu casamento”, “não gosto do que faço, mas preciso trabalhar” e tantos outros exemplos, estabelecemos limites e justificativas para o insucesso em nossos objetivos.

    Consequentemente, deixamos de assumir o controle. 

    Caminho do sucesso: o protagonismo 

    Quando encaramos nossos problemas e entendemos que podemos mudar nosso destino, nos tornamos de fato protagonistas, assumimos o controle e definimos o que queremos para nossa vida.

    Abaixo, alguns exemplos de pensamentos e atitudes que você pode adotar para reprogramar sua mente e decisões. 

    • Estudo: se não tive oportunidade de estudar quando mais jovem, o que me impede agora? Existem faculdades à distância com mensalidades acessíveis, por exemplo. Existem treinamentos, cursos e uma série de formas de buscar conhecimento. Inclusive, bolsas de estudo e aulas gratuitas. Claro que estudar à distância ou correr atrás de aprendizado, novamente, traz a responsabilidade para mim - afinal será necessário se dedicar, buscar informações complementares, desenvolver uma rotina e disciplina diária.

    • Relacionamentos: se entendo que recebi pouco carinho dos pais, posso compreender que eles me ofereceram o que podiam, por exemplo. Quando aceito isso, a dor diminui e deixo de ser vítima. Ao assumir uma atitude consciente entendo que não é isso que vai me tornar um adulto amargurado e triste. Vou receber mais amor à medida que oferecer mais amor a todos ao meu redor.

    Todos possuem dificuldades e desafios a superar ao longo da vida. Mas transferir aos outros o poder de definir nosso futuro e nossa felicidade me parece, no mínimo, um ato de “loucura”.


    Para cada experiência adversa que vivemos, temos sempre duas opções: ficar magoado e acomodado na situação, ou, racionar e reagir de forma positiva.


    Tenho uma frase que sempre me pautou, dita pelo autor alemão Johann Goethe: “quem é firme em seus propósitos, molda o mundo ao seu gosto”. É nisso que acredito. Precisamos ter objetivos claros, deixar de lado as desculpas, encarar as coisas como são e trabalhar para resolver o que podemos. Fazer a nossa parte.  
     

    Puxar a responsabilidade para si mesmo e escrever sua própria jornada – isso é protagonismo. (Imagem: Pexels)

     

    Isso é protagonismo, somos o centro da nossa existência e ninguém pode definir nosso futuro. O que passou, já foi. Mas o futuro está em nossas mãos.

    Espero que tenha gostado dessa reflexão, e fique à vontade para comentar!


    Abraços, 
    Marcia. 

     

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